Vivemos em uma era em que a educação se tornou um elemento interativo. É cada vez mais comum que as pessoas utilizem o discurso da conectividade para se referir ao ensino e, de fato, o mundo moderno exige uma mudança de pensamento.

Afinal, a educação sempre se atualiza com o objetivo de se adequar às necessidades de aprendizado do momento. Nesse sentido, o pensamento computacional é uma metodologia utilizada para ajudar no aprendizado das crianças, sendo um importante instrumento na educação moderna.

Neste artigo, você entenderá um pouco mais sobre a sua essência e o impacto que ele exerce sobre a educação. Continue a leitura e confira!

O que é pensamento computacional?

Pensamento computacional pode ser definido como uma estratégia usada para desenhar soluções e solucionar problemas de maneira eficaz tendo a tecnologia como base. Ao contrário do que a expressão pode inferir, não necessariamente significa o que está ligado à programação de computadores ou mesmo à navegação na internet, à utilização de redes sociais, entre outros.

Alguns estudiosos fizeram suas próprias definições sobre o pensamento computacional. Jeanette Wing, vice-presidente da Microsoft Research, por exemplo, conceituou a expressão como sendo a base para a identificação de problemas e soluções que podem ser efetivadas tanto por processadores quanto pelos homens. Resumidamente, seria a capacidade criativa, crítica e estratégica de utilizar as bases computacionais nas diferentes áreas de conhecimento para a resolução de problemas.

Além disso, tal pensamento estaria fundamentado em quatro pilares:

  1. decomposição: dividir um problema complexo em pequenas partes, a fim de solucioná-las com mais facilidade;
  2. reconhecimento de padrões: como a própria expressão define, ajuda na identificação de aspectos comuns nos processos;
  3. abstração: analisa elementos que têm relevância, diferenciando-os daqueles que podem ser deixados de lado;
  4. algoritmos: reúne todos os pilares já citados e envolve a criação de um grupo de regras para a solução de problemas.

Basicamente, a ideia é reformular problemas que aparentam ser de difícil resolução e transformá-los em algo capaz de ser compreendido, focando, para isso, em cada uma de suas fases, a fim de lidar com as incertezas que muitas vezes os cercam.

Quais são as habilidades desenvolvidas pelo pensamento computacional?

Uma série de competências é obtida como resultado do processo de desenvolvimento do pensamento computacional. As habilidades refletem diretamente no aprendizado do indivíduo. Especialmente no caso das crianças, o uso dessa metodologia ajuda em seu crescimento, melhorando aspectos como o desenvolvimento cognitivo.

A seguir, confira quais são essas habilidades conquistadas no processo!

Construção do pensamento lógico

A construção do pensamento lógico é uma das principais habilidades adquiridas pelo pensamento computacional. Nas crianças, por exemplo, ele começa ainda nas primeiras fases, quando elas aprendem que existem padrões que definem determinadas ações. A partir disso, elas passam a solucionar questões de maneira lógica, sempre focando em um pensamento racional para determinar as respostas dadas a diferentes estímulos vindos de atividades do dia a dia.

Alfabetização digital

Junto da construção do pensamento lógico temos a alfabetização digital. Apesar de não se restringir a aspectos tecnológicos, o pensamento computacional também se expande para esse âmbito. Ao ter contato desde cedo com jogos e outras atividades ligadas ao ambiente digital, o indivíduo pode solucionar problemas de maneira mais eficiente e estratégica.

Vale lembrar que a habilidade ainda ajuda na organização do pensamento como um todo, de modo que ele esteja alinhado às tecnologias existentes ou que ainda virão a existir, ou seja, prepara a criança para conseguir assimilar novidades com maior facilidade.

Autonomia

Abstração e algoritmos são duas bases do pensamento computacional, e elas abrem espaço para uma tarefa importante que é a autonomia das crianças. Assim sendo, elas deixam de ser apenas consumidoras das tecnologias criadas e produzidas e passam também a ser produtoras de recursos digitais.

Consequentemente, isso as prepara para o mundo em que diferentes tecnologias são inseridas diariamente. Para que isso seja desenvolvido de fato, é necessário maior aperfeiçoamento por meio de incentivos a determinadas atividades, como mostraremos a seguir.

Como a Happy Code ajuda na transformação do pensamento computacional?

Como visto, o pensamento computacional parte do princípio do desenvolvimento de uma série de habilidades. Entre elas encontramos a autonomia, a alfabetização digital e a construção do pensamento lógico. Contudo, para que sejam realmente conquistadas, é preciso aplicar as atividades certas.

Na Happy Code, há um trabalho de desenvolvimento de tais habilidades por meio de várias atividades ligadas à ciência da computação. A primeira delas é o ensino STEM (Science, Technology, Engineering, Arts and Mathematics), que tem por objetivo desenvolver nos estudantes habilidades ligadas às áreas de Ciências, Tecnologias, Engenharias, Artes e Matemática.

De modo geral, a metodologia foca na aplicação de princípios e conceitos ligados à computação, o que inclui lógica, algoritmos, abstrações dos mais diferentes tipos ligadas à ciência etc. Além disso, atua com o desenvolvimento de experiências práticas que analisam os problemas. Para tanto, tecnologias são aplicadas a fim de tornar a criança mais familiarizada com esse tipo de ensino.

Umas das atividades oferecidas pela Happy Code é o letramento digital. Ele é baseado no modelo STEM e tem como base três processos de ensino e aprendizagem, que são:

  1. descoberta: ocorre na etapa em que a criança ainda está aprendendo;
  2. missão: o foco é na resolução de problemas;
  3. construção e prototipagem: em que o indivíduo coloca os ensinamentos que obteve em prática por meio de protótipos.

Dentro do letramento, há uma série de cursos que incluem linguagem de programação visual (estimulando o pensamento e a criação de jogos interativos), robótica, IoT maker (que é uma tendência do “faça você mesmo”), entre outros. Enfim, a criança é estimulada de diferentes maneiras a criar suas próprias soluções para os problemas do dia a dia, favorecendo o florescimento do pensamento computacional.

O interessante é que isso serve não só para o desenvolvimento intelectual dela — facilitando, por exemplo, o processo de aprendizagem escolar —, mas também para ações do cotidiano. O que isso significa? Que a criança é capaz de tomar decisões até nas pequenas coisas da sua rotina. Ela cria maior independência e aprende a discernir e a ter um pensamento crítico em relação às situações.

Portanto, se deseja que seu filho comece a desenvolver o pensamento computacional, agende já uma aula gratuita para ele na Happy Code!

Quer que seu filho aprenda na prática?





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