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As crianças têm grande facilidade para aceder à internet e utilizar a tecnologia como forma de divertimento. No entanto, hoje em dia, os jogos não são apenas entretenimento, mas recursos empregados no desenvolvimento de competências. Por isso, os cursos de criação de jogos e  programação estão cada vez mais em alta. 

Através deles a criança explora todo o seu potencial, uma vez que as suas competências são estimuladas de forma lúdica e agradável para ela. Ao mesmo tempo, têm a oportunidade de dominar os recursos tecnológicos e aprender sobre diferentes áreas do conhecimento. 

Essa é uma actividade muito completa e que traz diversos benefícios. Para que possa perceber melhor o porquê, enumeramos as competências que a criação de jogos ajuda a desenvolver. Veja por que é uma excelente alternativa para a formação do seu filho! 

  1. Criatividade

Quando analisamos os jogos, sejam eles para computador, aparelhos móveis ou consolas, podemos perceber que  envolvem diversos recursos. São trabalhadas imagens, cenários, cores, desafios, recompensas, músicas, entre muitos outros. 

Há que entender que tudo isso exige uma grande imaginação e criatividade por parte dos desenvolvedores. Eles tem de pensar em todos esses detalhes e fazer com que tenham uma sincronia lógica para compor um guião realmente interessante. 

Por isso, a criação de jogos ajuda a criança a desenvolver esse lado criativo que, aliás, é muito estimulador durante a infância. Essa competência é aperfeiçoada de maneira significativa e descobre assim como a explorar de outras formas, aplicando também no seu dia a dia e diversas outras tarefas. 

  1. Trabalho em equipa

Saber trabalhar em equipa é uma competência muito apreciada pelo mercado de trabalho actual. Em algumas empresas, isso é mesmo essencial para ocupar uma vaga. Portanto, essa competência deve ser trabalhada o mais cedo possível, e a criação de jogos pode ajudar. 

Ao iniciar um projecto como esse as crianças precisam de interagir. Em muitos casos, ele é desenvolvido em grupo, sendo que cada um dos integrantes fica responsável por uma determinada tarefa. Assim, todos devem trabalhar pelo bem do colectivo e ninguém tem um maior destaque. 

Mesmo quando os projectos são individuais existe interacção. Isso porque as crianças trocam ideias, informações e se ajudam, descobrindo assim, ao mesmo tempo, a importância de poder contar com os demais para alcançar um determinado objetivo. 

  1. Raciocínio lógico

No primeiro ponto falámos sobre os diversos recursos que são acrescentados aos jogos para que eles sejam um projecto bem desenvolvido e interessante, certo? Além da criatividade para tudo isso, o desenvolvedor também precisa aplicar o raciocínio lógico. 

Quando estamos a jogar, nem sempre percebemos que existe uma programação por trás de cada acção que realizamos. Todos os movimentos de uma personagem, por exemplo, precisam ser pré-programados e associados a um comando para que haja uma resposta adequada do programa. 

Todos esses detalhes devem ser calculados pela criança quando ela faz a criação de jogos. Precisa de pensar de forma lógica para que as acções sigam uma sequência que faça sentido, por isso, essa competência é amplamente trabalhada. 

  1. Resolução de problemas

Basicamente, a criação de jogos envolve muita programação. Como não poderia deixar de ser, os problemas vão surgir e precisam de ser resolvidos para que se consiga chegar ao resultado desejado. Sendo assim, essa é mais uma competência que seu filho vai trabalhar com essa actividade. 

A resolução de problemas é estimulada de duas formas: a primeira no próprio desenvolvimento do enredo dos jogos e dos seus desafios. Afinal, é a própria criança quem estará a criar as estratégias e arquitectar todo esse conjunto de ideias. 

Segundo, porque durante o processo de criação ela vai cometer erros. Vai perceber que algumas decisões não foram as melhores e encontrar erros que tem de ser superados. Tudo isso dependerá muito do seu raciocínio e da sua capacidade de decidir quais são as melhores alternativas e em que momento. 

  1. Comunicação

Há quem acredite que a tecnologia estimula a reclusão e, por isso, durante muito tempo ela foi estigmatizada. No entanto, não é bem assim que acontece. Na verdade, os recursos tecnológicos favorecem o contacto com outras pessoas e, consequentemente, ajudam a criança a trabalhar a sua capacidade de comunicação. 

Não se esqueça de que, para fazer a criação de um jogo, em muitos momentos a criança também vai trabalhar em equipa. Logo, ela precisa de ter uma boa comunicação para que consiga expressar aquilo que está a pensar e fazer-se entender. O contato com outras pessoas ajuda nesse sentido. 

Além disso, ao planificar o guião do seu jogo ela está a usar um pouco de comunicação, pois deve registar e transmitir as ideias de uma forma lógica. Ainda vai poder fazer pesquisas para complementar seu projecto e, tudo isso, mais uma vez, ajuda a desenvolver as suas competências de comunicação. 

  1. Pensamento abstracto

No processo de criação de jogos nada está pronto. É preciso partir do zero para que o projecto seja desenvolvido, assim, depende da criatividade e da imaginação do desenvolvedor. Ele deve ter domínio do pensamento abstracto. 

Essa competência consiste em pensar naquilo que não existe no meio físico. São ideias que precisam de ser organizadas na própria mente e, apenas com o passar do tempo e os estímulos correctos, é possível para uma criança dominar essa competência. 

Ela é muito importante em diversos aspectos da vida. Será necessária para a formação do seu filho enquanto profissional. Afinal, a resolução de problemas muitas vezes envolve justamente esse tipo de raciocínio para fazer análises e definir quais são as melhores estratégias e soluções. 

  1. Resiliência

A resiliência é a competência que o ser humano tem de viver um problema e manter seu equilíbrio emocional. Basicamente, refere-se à capacidade de encontrar adversidades e erros, adaptar-se a essa realidade e manter o seu estado normal. 

Está directamente relacionada com a superação de frustrações ― aliás, elas podem acontecer durante a criação de jogos. Por isso, essa actividade contribui para o desenvolvimento dessa competência, afinal, conforme explicamos, nem sempre aquilo que foi planeado dará certo. 

Pode acontecer a criança ter de recomeçar todo o seu trabalho porque algo deu errado a meio do caminho. Deverá ser resiliente para compreender que esse tipo de situação acontece. Será necessário organizar os seus pensamentos e aceder ainda a outras competências, como o raciocínio lógico e a resolução de problemas, para seguir em frente. 

Interessante como algo divertido pode ajudar tão significativamente no desenvolvimento da criança, não é? Por isso é importante que acrescente ao dia a dia do seu filho actividades como a criação de jogos. Assim, ele vai ter uma aprendizagem mais completa e uma excelente formação, mas de um modo agradável e interactivo! 

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Sobre a Happy Code

A Happy Code é uma escola de programação, tendo como missão formar pensadores e criadores do século XXI. Com uma metodologia de ensino baseada no conceito STEAM (“Science, Technology, Engineering, Arts and Math”), os cursos lecionados incidem sobre a programação de computadores, desenvolvimento de jogos e aplicações, robótica com drones, bem como produção e edição de vídeos para o YouTube.

Tendo como premissa de atuação os valores da responsabilidade, da confiança, da inovação e da consciência social, a Happy Code leciona os seus cursos em centros próprios ou em escolas, empresas, municípios, projetos sociais, centros de estudo, ATLs, entre outros, estando já presente em várias zonas de Portugal.
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